Não é nada fácil se escrever uma música, compor uma melodia, criar um poema, rabiscar um desenho que fique realmente bom, esculpir com mestria. Dado o fato de que cada artista tem seus momentos de inspiração, praticar se torna rotina. No meu caso, não pratico muito minhas artes, se não a música. Ser artista pode-se, deliberadamente, definir, ou não, a personalidade de uma pessoa. Mas eu não entendo ainda de onde vêm as inspirações. Se é algo de momento, ou é a junção de vários outros, um lapso de criatividade ou a coragem para criar.
Sabe aquele momento que saímos do quarto, do conforto do computador, vamos à geladeira, a abrimos, e simplesmente... Fechamos? Pois é, no meu entendimento, aquilo pode considerar como Momento Máster de um ser completamente sem inspiração. Contei 17 vezes em um dia. Depois dessas repetidas causas problemáticas de gasto de energia elétrica, foi o meu melhor momento, até hoje, de inspiração. Esculpi em maior número, escrevi algo sem a habitual paixão que já me daria lapsos criativos, desenhei com mais afinco, sem algo para copiar, e por incrível que pareça, acabei com tudo depois de fazer. Sabe por quê? Porque na minha concepção, a arte não precisa ser divulgada para ser arte, o artista não precisa ser famoso para ser bom, ou o ato simbólico de registro financeiro, que também não precisa existir para trazer o sustento de um artista.
Qualquer braço da arte é, sem dúvidas, arte. Essas palavras são as MINHAS opiniões, não é algo extraído do Aurélio ou pesquisado no Wikipédia. Arte não tem parâmetros, arte tem fãs e criadores. Arte tem sentimento nobre e inteligência, arte tem paixão, fogo e calmaria.
E nesse texto, completamente sem inspiração, mas ainda sim com arte, anuncio que, sem medo das consequências da Coelce, vou abrir minha geladeira!

Nenhum comentário:
Postar um comentário