
Eu aqui, pensando como foi, como está sendo e como será minha vida.
A gente as vezes pára e fica um tempão sofrendo por coisas que já passou, pessoas perdidas, momentos mal usados e atitudes mal pensadas. Eu sempre tive uma MANIA de detalhar tudo o que faço, pra caso eu entre na fase de retrospectiva saber qual foi o erro. Tenho então que falar do meu passado, do meu presente e de quem sabe, um futuro:
Passado.
Vivi bastante, aprendi coisas que só seria possível com muito tempo, conheci várias pessoas e não me arrependo de nenhuma dessas coisas. Porém, não somos os únicos que regem nossa própria vida, de uma certa maneira não. As vezes escolhemos pessoas erradas pra fazer parte dela, amamos sem nem pensar nas conseqüências, damos valor sem sermos valorizados. Aconteceu comigo, várias vezes, mas apenas uma dessas muitas vezes me deixou um pouco chateado, admito que não sofri, mas me fez e faz falta. Me doei completamente numa amizade, fiz o que pude e o que não. Fiz por ela o que ela nunca fez por mim, fugi de princípios, briguei com meus outros amigos, discuti com a minha amizade mais antiga, enfim, fiz muitas burradas pra poder tentar ajudar aquela que nunca me ajudou. A presença dela me deixava feliz, seu sorriso me fazia sorrir, seu choro me deixava aos prantos e ela fez o que fez. Classificação besta de MELHOR AMIGO, perdi e sinceramente não sei por que. Isso hoje não me dói.
Presente.
Vivo feliz, posso agora dizer que selecionei bem as pessoas que participam do meu ciclo de amizades. Tenho ótimos colegas e parceiros que sabem como me fazer rir. Mas nesse passado aprendi outra coisa. Nem só de amizade vive um adolescente. Eu sinto falta de alguém que eu possa dizer que amo e em seguida tasca-lhe um beijo. E ultimamente acontece comigo o que nunca havia acontecido. Eu vejo um certo alguém e fico inseguro até na maneira de olhar pra ela, minhas pernas tremem, minha voz falha e eu não falo quase nada com sentido, minhas piadas soam sem graça e fico com o olhar baixo. Não sei dizer que sentimento é esse, não sei afirmar o que seria a falta de segurança e não SEI falar isso de uma maneira que a faça entender, acatar e me aceitar. Na verdade, não sei se é preciso. Esse sentimento tem sido o que ronda meu presente com tanta intensidade. Ainda bem que consigo me conter.
Futuro.
De uma maneira bem sarcástica vou tentando manter meu presente sempre pensando no futuro. Tenho que seguir uma vida profissional, uma vida social, uma vida conjugal e uma, com certeza, musical. De todas elas, duas me fazem agir mais. A SOCIAL e a CONJUGAL. Socialmente, de maneira geral, me dou bem. Não tenho aqueles típicos inimigos, falo com todo mundo e não os deixo no vácuo quando falam comigo. Minhas amizades estão bem centradas, firmadas e plantadas. Então acho que no meu futuro vai continuar assim. Caso não continue, saberei como resolver. Conjugal. Essa palavra define uma coisa mais CASAMENTEIRA. Porém, eu não a uso com essa intenção. Falo de algo menos “grudado” mas de uma importância igualitária. Namoro. Quando se fala futuramente em namoro temos/procuramos aquilo que se chama PRETENDENTES. Se perguntarem pra mim quem eu destacaria dentre as mulheres que convivo como uma pretendente eu saberia responder na ponta da língua. Mas acontece que isso vem de minha parte, e não dela. Por isso não exponho, pra ninguém (que eu não confie). A partir de conselhos, farei com que toda essa tribulação em relação a ela passe, a faça ‘esquecer’ e quando tudo estiver zerado contarei com a sorte e com minha personalidade, caso ela se ‘encante’ saberei o que fazer pra seguir em frente com isso que eu nem sei o que é. XD
*Meu passado não me afeta mais.
*Meu presente me ajuda a definir o futuro, estou feliz com ele e inseguro com ele.
*Meu futuro, aaah, está nas mãos do resto.
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